Boavista

Uma linha de praias com dunas de areia branca com 55 km de extensão e mar cristalino – cor de turquesa – são motivos mais do que suficientes para visitar a ilha da Boa Vista.

Entre os desportos náuticos mais concorridos, destacam-se o windsurf (na Baía de Sal Rei) e o mergulho nos recifes de corais, abundantes de vida e cor – onde repousam também os destroços de 40 navios abalroados.

Integrada no grupo de ilhas do Barlavento cabo-verdiano, 50 km a Sul do Sal, Boa Vista é a ilha do arquipélago de Cabo Verde que está situada mais perto do Continente africano. Embora os primeiros navegadores a tenham baptizado de São Cristóvão, o seu nome actual resulta de ser o primeiro pedaço de terra firme que os navegantes do Renascimento avistavam na sua perigosa aventura atlântica. Com uma superfície de 620 km2, é a terceira maior ilha do arquipélago e, tal como o Sal e Maio, é plana, à excepção de um maciço rochoso situado a oriente, que atinge o píncaro no Pico d’Estância, com 390 metros de altura.

A sua paisagem costeira é de dunas altas flutuantes de areia branca, embelezadas ocasionalmente por oásis de tamareiras e lagoas. O interior da ilha alterna desertos de areia – semelhantes ao Sahara – com planícies rochosas (a Norte). A orla marítima é envolvida por um anel de recifes de corais e rochas com forte campo magnético – o que contribuiu para o desnorte de muitas embarcações.

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