Num país desolado pela tristeza de uma guerra quase sem fim, finalmente Angola pode mostrar a sua beleza através das suas paisagens naturais inagualáveis e das suas praias de águas quentes e areia fina. Com milhares de anos de história, Angola apresenta-se como um destino a não perder e cheio de segredos para descobrir.
1.246.700 km²
Luanda
15.941.000 habitantes
A língua oficial é o Portugês e existem vários dialectos africanos.
É uma Democracia Multi-partidária.
A sua história antiga inicia-se com as viagens de descobrimento de Diogo Cão, de 1482 a 1484-85, mas só de 1520 datam os primeiros contactos oficiais dos portugueses com este país. Iniciado em 1960, o conflito armado que opôs colónia e metrópole chegava ao fim, a 11 de Novembro de 1975, com o reconhecimento da Independência de Angola por Portugal.
Destacam-se os vários jornais e as emissões de rádio.
Em Angola, a dança distingue diversos géneros, significados, formas e contextos, equilibrando a vertente recreativa com a sua condição de veículo de comunicação religiosa, curativa, ritual e mesmo de intervenção social. Não se restringindo ao âmbito tradicional e popular, manifesta-se igualmente através de linguagens académicas e contemporâneas. A presença constante da dança no quotidiano, é produto de um contexto cultural apelativo para a interiorização de estruturas rítmicas desde cedo. Iniciando-se pelo estreito contacto da criança com os movimentos da mãe (às costas da qual é transportada), esta ligação é fortalecida através da participação dos jovens nas diferentes celebrações sociais, onde a dança se revela determinante enquanto factor de integração e preservação da identidade e do sentimento comunitário. Nas últimas décadas do controle colonial, Portugal encorajou activamente a produção e gravação de música de artistas locais. São criados os Estúdios Valentim de Carvalho, em Luanda, que apenas cessam a sua actividade em 1975. O resultado foi uma mini-indústria que, combinada com a excitação da liberdade que se antevia, viu nascer excelentes músicos e diversos estilos originais entre meados dos anos 60 até à Independência. Também se destacam vários escritores, como Agostinho Neto, Alda Lara e Pepetela.
O clima é um clima tropical húmido. A estação mais seca e mais fresca é de Maio a Setembro e a estação das chuvas e mais quente é de Novembro a Abril.
Luanda, Ilha do Mussulo e Malange
Visitar os vários parques existentes em Angola, como os monumentos e museus aí existentes.
Para quem gostar de fotografias, oderá tirar um número ilimitado de fotografias com as paisagens que Angola apresenta.
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É necessário passaporte e visto.
A vacina da febre amarela não é obrigatória, mas é recomendada. É altamente recomendada medicação contra malária já que todo o país, excepto as grandes zonas urbanas, é considerado zona de risco.
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220 V
Vôos TAAG - saídas regulares do Porto ou Lisboa
A economia de Angola caracteriza-se por ser predominantemente agrícola, sendo o café sua principal cultura. Seguem-se-lhe cana-de-açúcar, sisal, milho, óleo de coco e amendoim. Entre as culturas comerciais, destacam-se o algodão, o tabaco e a borracha. A produção de batata, arroz, cacau e banana é relativamente importante. Os maiores rebanhos são de gado bovino, caprino e suíno. Angola é rica em minerais, especialmente diamantes, petróleo e minério de ferro; possui também jazidas de cobre, manganês, fosfatos, sal, mica, chumbo, estanho, ouro, prata e platina. As principais indústrias do território são as de beneficiamento de oleaginosas, cereais, carnes, algodão e tabaco. Merece destaque, também, a produção de açúcar, cerveja, cimento e madeira, além do refino de petróleo. Entre as indústrias destacam-se as de pneus, fertilizantes, celulose, vidro e aço.