Por volta de 400 a.C., os celtas chegaram às regiões central e oriental da Áustria. Por volta de 15 a.C., os romanos dominaram a parte ao sul do Danúbio e tornaram esse território parte de seu Império. No final do século II d.C., tribos do norte começaram a invadir a Áustria romana. Em 476 d.C., o Império Romano ruiu. Durante o período de declínio, grupos asiáticos, germânicos e eslavos se estabeleceram na Áustria.
Em
1867, os húngaros forçaram o imperador
Francisco José I a dar à
Hungria o mesmo status que a Áustria detinha no
Império Austríaco, criando a dupla monarquia da
Áustria-Hungria. Logo, os
eslavos e outros grupos minoritários da Áustria-Hungria passaram a exigir o direito de se auto-governar. A
Sérvia liderou o movimento nacionalista eslavo. Em
1914, os nacionalistas sérvios assassinaram, em
Sarajevo, na então província da
Bósnia e Herzegovina, o arquiduque
Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austro-húngaro. A Áustria-Hungria declarou guerra à Sérvia, dando início à
Primeira Guerra Mundial. A Alemanha e outros países se uniram à Áustria-Hungria contra a
Tríplice Entente, que compreendia a
Grã-Bretanha, a
França e a
Rússia.
Em
1920, o país adotou uma Constituição democrática. Em 1938, as tropas alemãs se apoderaram do país.
Adolf Hitler anunciou, então, a união da Áustria e da
Alemanha Nazi, o chamado
Anschluss.
Após a
Segunda Guerra Mundial, a Áustria foi dividida em zonas de ocupação americana, britânica, francesa e russa, que, no entanto, lhe permitiriam estabelecer um único governo provisório. Após as eleições de novembro de
1945,
formou-se um governo nacional. Em
1955, os Aliados suspenderam sua ocupação do país. Na
Conferência de Potsdam foi estabelecido que a a Áustria seria separada da Alemanha e não poderia aderir a tratados militares, o que implicou sua neutralidade na
Guerra Fria.
Em
2000, o presidente Klestil autorizou a coalizão entre o Partido Liberal Austríaco (FPÖ), do líder de extrema-direita
Jörg Haider, e o Partido Popular Austríaco (ÖVP), do chanceler
Wolfgang Schüssel. Essa autorização foi decidida sob muitos protestos dos países da UE, que temiam uma ascensão nazista ao poder. Em
1999, o país aceitou adotar a moeda única européia, o
euro, que entrou em circulação em
2002.
A coligação FPÖ-ÖVP foi desfeita em setembro de
2002, devido a divergências internas, que culminaram na dissolução do parlamento e na antecipação das eleições para novembro desse ano. O partido do primeiro-ministro saiu vencedor, seguido pelos social-democratas. A extrema-direita de
Jörg Haider foi a grande derrotada, recebendo pouco mais de um terço dos votos obtidos na eleição anterior, em 1999. Sem maioria no parlamento, o ÖVP refez a coligação com o FPÖ em fevereiro de
2003, para compor o gabinete do chanceler
Schuessel. Em meados de 2003, uma proposta de reforma da previdência, dificultando o acesso a aposentadoria, resultou nos maiores protestos dos últimos 50 anos no país.
A Áustria tem uma das economias mais desenvolvidas do mundo.Com maquinas e equipamentos modernos, o país tem destaque no mundo. Sua renda Per Capita é uma das mais elevadas.
Indústria: cimento, produtos químicos, equipamentos elétricos, madeira, móveis, vidro, ferro e aço, artigos de couro, veículos motorizados, instrumentos ópticos, papel e polpa, alimentos e bebidas, têxteis e roupas. Turismo: a Áustria é uma das mais populares estações de férias da Europa. Exportação: madeira, móveis, ferro e aço, papel e polpa, têxteis, maquinaria, eletricidade e magnesita. Moeda: Euro, que substituiu o xelim em 2002.
Empresas austríacas famosas: Wolford (fabricante luxuoso de meias, bodies, lingeries, moda praia, cachemire, merino entre outros)Glock (fabricante de armas)